criança manipuladora

Choros e gritos são o mínimo quando o assunto é atingir um objetivo. Mas não se engane, tudo isso pode ser  manipulação!

As crianças muitas vezes nos surpreendem com a habilidade que possuem para manipular os adultos. Elas choram, chantageiam, queixam-se, emburram e insistem até á exaustão do outro, com o propósito de conseguir o que quer.

Procuram encontrar os pontos fracos de cada adulto, que pode vim por meio de manifestações de carinho, e também por tentativa de testar os limites do adulto para saber até onde ela pode ir.

E na maioria das vezes conseguem, pois acabam por vencer os mais velhos pelo cansaço! Uma das formas mais comuns da criança manipular é por meio das comparações, quem nunca escutou de uma criança: “Mas meu amiguinho (ou irmãozinho) pode porque eu não posso?

As crianças começam desde cedo a tentar controlar os pais e pouco a pouco percebem quais estratégias funcionam, e assim sempre que surgir a oportunidade com certeza irão usá-las.

Mas a manipulação infantil seria uma capacidade inata da criança ou apenas imitação? Um bebê, por exemplo, entende que quando ele chora alguém o pega no colo, portanto vai chorar sempre que quiser atenção. Ninguém ensina as crianças diretamente, mas os adultos acabam ensinando o caminho.

Quem nunca recorreu ao “suborno” como uma forma de controlar uma criança? É justamente por meio da utilização da técnica punição/recompensa é que muitos comportamentos são modelados, o que nós esquecemos é que as crianças aprendem por imitação.

Muitos pais, no desespero de acalmar ou educar a criança, optam pelos prêmios, e as crianças começam a usar isso, passam a se comportar bem somente se forem recompensadas.

Porém a motivação deve vir de dentro para fora, as crianças precisam ser educadas para se comportarem bem porque isso é o melhor para elas, não porque esperam alguma recompensa.

Portanto evite recorrer à chantagem como uma forma de controlar o seu filho, entenda que as crianças aprendem por imitação. Procure falar claramente com a criança e explicar o que espera que ela faça.

No caso de uma birra, não se deixe intimidar. Deixe que a criança esperneie e grite, e no final fale com ela calmamente e explicando que não é assim que ela vai alcançar seus objetivos.

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