amor

Um grande número de pessoas espera ardentemente encontrar um amor, e a busca, muitas vezes, se torna o objetivo mais importante de toda uma vida. Concentrando-se nessa ideia fixa, um grande número de pessoas atua dia e noite em função desse encontro. Fazem de tudo para encontrar, procuram ansiosamente, arrumam-se, produzem-se, passam noites acordadas, navegam horas pelo Facebook e bate-papos na Internet.

Estamos todos em busca do amor, só não sabemos ao certo onde está e por isso buscamos. Não é a busca de um único homem ou uma única mulher. Não se limita aos seus sucessos ou fracassos, a necessidade de conectar-se, de estar perto, de preencher o vazio tão grande.

Nossa busca é a busca pelo encontro, e o encontro é o descanso de ser quem não somos. Queremos o amor como liberdade de poder ser quem somos, sem julgamentos. Nossa busca pelo amor acaba por ser a busca por nós mesmos.

Porém essa espera começa lá atrás, acreditando em príncipes, castelos e felizes para sempre. A pessoa cresce esperando, cada pessoa que conhece se torna um candidato. Espera telefonemas e mensagens que não acontecem, chora, desiste, revigora e tenta outra vez.

E assim muitas pessoas vivem esperando que aquele príncipe e princesa das histórias de conto de fadas, as encontre e resgate de todo esse sofrimento. Porém se passam anos e esse “ser encantado”, a solução dos problemas, está atrasado. Será que ele se perdeu?

E assim começam a aceitar o que sempre evitaram. Esses príncipes e princesas não existem, pelo menos não dessa forma. O homem e a mulher de verdade lhe trarão mais insegurança e talvez as mesmas expectativas que você carrega.

Percebemos então que devemos encarar a verdade de uma vez por todas e lidar com esses medos e inseguranças sozinhos primeiramente. Não cabe ao outro resolver suas incertezas. São nessas desistências que procuramos entender por onde andam os amores dos livros e filmes.

E finalmente nós crescemos, amadurecemos, passamos a conhecer outro mundo e decidimos então a olhar para nós mesmos. Amar quem nós somos primeiro, depois amar quem está pronto para amar, e finalmente viver nossos pequenos grandes amores. Lembrando sempre que se sentir sozinho não é um estado, é uma escolha.

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